Review: Rainhas do Crime

Volta e meia surge um filme com uma premissa interessante, você imagina se tratar de uma história original e quando vê, o negócio é baseado em um gibi. Rainhas do Crime, filme que chega aos cinemas hoje, dia 8 de agosto é o caso mais recente. Nele, três esposas de capangas do crime organizado são obrigadas a se virar, acabando por assumir os negócios, geralmente comandados pelos homens.

Esse é basicamente todo o plot do filme e você pode imaginar boa parte das possíveis reviravoltas que ele possa ter. Isso faz de Rainhas do Crime um filme ok, porém extremamente esquecível (escrever sobre ele já está se tornando uma tarefa mais difícil do que eu imaginava). Porque ele não é um filme ruim, o trio principal apresenta boas atuações (especialmente a Melissa McCarthy e a Elizabeth Moss), a história é interessante, mas tem algo no filme que não clica da maneira como deveria.

Baseado na HQ The Kitchen, também o nome original do filme, Rainhas do Crime mostra a evolução das três esposas dos campangas, que começam a história sendo presos, de simples acessórios de seus maridos até líderes do crime organizado na Hell’s Kitchen. O longa lembra bastante o filme (e o livro) As Viúvas, que tem um mote bastante parecido, mas não consegue se diferenciar o suficiente como poderia. Isso porque as coisas vão acontecendo no filme não só de um jeito previsível, mas em um ritmo esquisito, com passagens de tempo mal explicadas e uma edição que prejudica algumas cenas.

Rainhas do Crime

E o filme é tão ok, mas não chama a atenção que eu nem tenho mais o que falar sobre ele. Rainhas do Crime é o tipo de filme que se tá passando na TV, você para, assiste e logo em seguida esquece tudo sobre ele. Tirando as boas atuações e uma trilha sonora bem maneira, com músicas dos anos 70, época em que a história se passa, não tem nada de realmente interessante nele. Uma pena, já que a trama tinha bastante potencial.

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